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Médico fala sobre mitos e verdades da Covid na Escola Técnica de Sinop

A equipe se prepara para que a retomada das aulas presenciais aconteça de forma segura e consciente
Camila Paulino | Seciteci

- Foto por: Assessoria Seciteci
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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), por meio da Escola Técnica Estadual (ETE) de Sinop (a 500 km de Cuiabá), realizou uma roda de conversa com a participação de um médico especialista para falar sobre a Covid e os meios corretos e seguros de combater e prevenir a doença.   

A coordenadora pedagógica da ETE, Debora Malagutti, explica que o objetivo foi mostrar os mitos e verdades sobre a Covid e ações necessárias para se proteger e cuidar da saúde.

“A ideia foi abordar como se precaver, além de ressaltar a importância dos cuidados, para que de forma eficiente possamos combater a disseminação da doença. A equipe está se preparando de forma segura e consciente, para a retomada das aulas que já vai acontecer agora no segundo semestre”, explicou.

O médico infectologista Walther Esteves que atua na linha de frente do combate à Covid, ressalta que o que mais dificulta o processo de conscientização e preparo da população, tem sido as informações equivocadas e notícias falsas que circulam na internet.

“Esta pandemia trouxe muitas angústias e uma série de incertezas, mas é preciso que as pessoas que estão à frente dos trabalhos e atendimentos da Covid, ajudem a comunidade, informem e passem as informações e orientações corretas, para conscientizar ao máximo de pessoas e munir a população de informação”, disse.

A assessora administrativa da ETE, Laiza Rubim, destaca que a palestra trouxe um outro olhar para a situação pandêmica, no qual é um momento de luto e dificuldades coletivos, por isso, é importante a união e apoio de uns com os outros.

“Pudemos receber informações e orientações de outro viés, sabemos quais os cuidados e tratamentos, mas pouco se fala sobre o preconceito e descriminação que as pessoas contaminadas enfrentam, e, com a orientação de um especialista, abriu a nossa mente, nos colocando num lugar de empatia, apoio, sem julgamentos e recriminação”, falou.

“A gente começa a se policiar com os direitos e deveres enquanto cidadãos, além de nos trazer a consciência de que somos exemplos, e temos que nos precaver, além de continuar os cuidados e não relaxar com este assunto, afinal a pandemia não acabou e deve perdurar por um bom tempo ainda, até efetivamente se encontrar a cura”, disse a professora Bruna Carrara.





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