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Seciteci é a primeira secretaria de ensino técnico do Brasil a ser cadastrada no PAR

Será disponibilizado pela União, cerca de R$ 1 bilhão em recursos para instituições voltadas ao ensino técnico
Camila Paulino | Seciteci

- Foto por: Secom
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A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci), por meio da Superintendência de Projetos e Captação de Recursos (SPCR), conseguiu articular de forma pioneira a obtenção dos recursos do Plano de Ações Articuladas (PAR), junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação (MEC). A iniciativa beneficiará diretamente a população do estado, pois os recursos são voltados para ampliar a oferta de capacitação na educação profissional e fomento à popularização da ciência.

Segundo o secretário da Seciteci, Nilton Borgato, em março deste ano o MEC aprovou a habilitação de instituições voltadas à educação técnica, tecnologia e inovação no processo para obtenção dos recursos do PAR. Além disso, será disponibilizado pela União, cerca de R$ 1 bilhão em recursos para estas instituições.

“A Seciteci foi a primeira Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil a conseguir aprovação para acessar os recursos do PAR, que, até então, era disponibilizado somente para outras instituições de ensino. Estamos montando um diagnóstico sobre nossas demandas e necessidades, para o MEC avaliar quanto vai disponibilizar para Mato Grosso. Ainda este ano, vamos receber os valores, então é uma vitória não só para Mato Grosso, que sai à frente com esta aprovação no PAR, mas também para todos os brasileiros, pois outras instituições também poderão ser beneficiadas com este recurso, basta fazer o processo e atender às exigências do MEC”, disse.

De acordo com o superintendente da SPCR, Jun Sakamoto, o objetivo é investir estes novos recursos do Governo Federal em educação profissional e popularização da ciência em Mato Grosso.

“Apresentamos ao MEC as necessidades que as nossas unidades estaduais de ensino profissionalizante têm para as questões voltadas à gestão educacional, formação de professores, serviços gerais, além de apoio escolar, práticas pedagógicas, de avaliação, infraestrutura física e recursos pedagógicos. Desta forma, os pilares do PAR poderão atender e apoiar estas demandas”, disse.

Thiago Marques, que é coordenador de Captação de Recursos e Parcerias da SPC e atuou como representante do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Tecnologia e Inovação (Consecti), nas reuniões de debate sobre o PAR, ressalta que foi uma junção de esforços e competências que permitiu alcançar o objetivo.

“O pedido do pleito foi elaborado com todo amparo técnico, jurídico e administrativo para tornar o acesso ao recurso viável. Nas reuniões de debate sobre a pauta, convencemos todos os membros participantes da necessidade das nossas escolas técnicas. Foi uma série de processos e articulações para chegarmos até este momento. Esta é uma vitória de Mato Grosso, do ensino profissionalizante, da ciência e da tecnologia”, disse.  

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