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Mesa redonda discute medidas para proteção da criança e adolescente

Debate conta com representantes de diversas instituições ligadas ao tema
Soraya Medeiros | Seciteci

É preciso que a criança entenda que ela não é culpada de nada - Foto por: APDM
É preciso que a criança entenda que ela não é culpada de nada
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Nesta quarta-feira (05.06), será realizada, a partir das 14h, uma videoconferência sobre a Rede de Proteção à Criança e Adolescente, em uma transmissão feita pelo canal do Youtube do Núcleo Estadual de Educação a Distância do Estado de Mato Grosso. A transmissão poderá ser assistida por qualquer pessoa e os participantes poderão tirar suas dúvidas em tempo real.

O evento é uma parceria da Associação para Desenvolvimento Social dos Municípios de Mato Grosso (APDM-MT), Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) e Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

O público-alvo do evento são os conselheiros tutelares, conselhos de direitos, representantes de organizações ligadas à infância, entre outros envolvidos com juventude e direitos humanos.

Na programação está prevista uma palestra com o procurador de Justiça, Paulo Prado. Ele irá abordar temas como violência contra crianças e adolescentes e as atribuições destinadas ao conselho tutelar. “Vamos tratar de assuntos para a prática diária, que vão além da teoria. Desta forma, os participantes assimilam de maneira mais fácil”, disse o procurador.

A consultora da APDM, Fátima Dragoni explica que é necessário compreendermos que a política de atendimento exige a intervenção de diversos órgãos e autoridades. Além disso, tem igual responsabilidade na identificação e construção de soluções dos problemas existentes, tanto no plano individual quanto coletivo do atendimento ao segmento.

Fátima ressalta que é importante frisar que, em matéria de infância e juventude, todas as abordagens e intervenções devem ser devidamente planejadas “Nosso objetivo é atingir o máximo de pessoas para que sejam multiplicadoras do conhecimento, através de informações de qualidade”, disse.

Segundo dados da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) atenderam 800 crianças e adolescentes, sendo 555 por casos de abuso sexual, 135 de trabalho infantil e 122 por sofrerem exploração sexual.





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